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» 23 de junho de 2017

Estudo do meio - Cananéia

Dia 3 - 14 de junho

Último dia da vigem. Pudemos acordar meia-hora mais tarde! Às 7h, os monitores da Terra Nativa passaram nos quartos acordando professores e alunos para se prepararem para o café da manhã, pois hoje teríamos a visita ao Manguezal e a Cooperostra.

Após o café, embarcamos nos ônibus rumo aos locais de visitação. Para facilitar as saídas de campo, um dos ônibus foi direto para a Cooperostra e outro seguiu direto para o Manguezal. Porém as duas turmas realizaram as mesmas atividades.

Na Cooperostra, os alunos conheceram uma cooperativa de coletores de ostra que respeita a época de reprodução do animal, mas que criou alternativas para não ficar sem renda nessa época.

No Manguezal, eles aprenderam sobre a importância dessa região, as adaptações das plantas desse ecossistema e puderam, literalmente, sentir o ambiente ao atravessar lama. Depois, somente um banho no rio para retirar o excesso de lama, para podermos retornar ao hotel, tomar um bom banho, arrumar as malas e almoçar antes de partirmos de Cananéia rumo a Santos.

Foi uma experiência incrível, que muitos participantes jamais esquecerão tanto pela integração com os companheiros de escola como pela vivência e aprendizagem.

Até a próxima!

Professor Ricardo Silva.

Dia 2 - 13 de junho

No segundo dia, acordamos às 6h30 para dar início às atividades. Os alunos acordaram para tomar café e se prepararam para as saídas de campo.

Mochilas prontas, partimos para o píer, onde embarcarmos na escuna até a Ilha do Cardoso. O trajeto durou cerca de 40 minutos. O tempo estava feio, garoava e estava frio. Porém, ao chegarmos à ilha, o clima começou a melhorar e pudemos fazer uma saída tranquila. Fomos até agraciados com a visão de um arco-íris! Antes de desembarcarmos, conhecemos a pesca de cerco, típica dos moradores dessa região, um método menos impactante que outras formas tradicionais de pesca.

Na ilha, os alunos foram divididos em quatro grupos para melhor aproveitamento. Os objetivos eram conhecer o Museu do Parque Estadual da Ilha do Cardoso e discutir as características de quatro ecossistemas.

No museu, o grupo pode conhecer um pouco da história dos sambaquis, equipamentos artesanais de pesca e caça e observou animais taxidermizados e esqueletos preservados de baleia, golfinho, lobo-marinho, entre outros.

Os ecossistemas visitados e discutidos na parte da manhã foram a mata de encosta, a restinga e o costão rochoso. Nesses ambientes, nossos alunos puderam conhecer um pouco sobre a geologia, a dinâmica, a fauna e a flora de cada ecossistema. Após tudo isso, pausa para o almoço e para um descanso.

De volta as atividades no pós-almoço, tivemos mais um momento de estudo para conhecer e discutir o ecossistema de praia, a formação e origem da Ilha do Cardoso e os impactos das atividades antrópicas na vida marinha. Só então, nossos alunos tiveram um merecido momento de recreação com banho de mar, futebol e outras brincadeiras na areia.

Já famintos, paramos para trocar de roupa e tomar o lanche da tarde. Aproveitou-se esse momento para celebrar o aniversário da aluna Heloísa Lopes Dardaque do 8º ano D, com direito a bolo de chocolate.

Na volta para Cananéia, já na escuna, os botos-cinzas apareceram para alegrar mais a viagem. Era um grande bando que mergulhava e depois emergia como se estivessem fazendo um grande show!

Pausa para um descanso no hotel e à noite seguimos de balsa para Ilha Comprida. Lá jantamos e assistimos a uma apresentação de um grupo local e tradicional de fandango em volta de uma fogueira. Por volta das 22h30, retornamos ao hotel em Cananeia para descansar e dormir.

Amanhã tem mais!

Professor Ricardo Silva.

Dia 1 - 12 de junho

Chegamos a Cananéia por volta das 11h30 da manhã, ouvimos as orientações da equipe da Terra Nativa, nos acomodamos nos quartos e almoçamos no próprio hotel. Tudo transcorreu muito bem, sem nenhum problema ou imprevisto.

Após o almoço, iniciamos as atividades do dia. Um guia local, o senhor Romeu, nos brindou com sua sabedoria e conhecimentos sobre a história e a cultura caiçara, contando um pouco sobre a arquitetura local, os costumes, entre outras coisas.

Com ele, visitamos o Centro Histórico, a Praça da Figueira e o Mercado de Peixe. Os alunos puderam entrevistar os pescadores locais e conheceram um pouco mais sobre as técnicas utilizadas e as diferenças entre pesca artesanal e pesca industrial.

Depois disso, retornamos ao hotel para o café da tarde e nossos alunos tiveram alguns momentos de lazer e descontração, sempre acompanhados dos professores e dos monitores.

Após um banho revigorante, partimos para um delicioso jantar e uma volta no Centro Histórico. Retornamos para o hotel, reunimo-nos para as instruções finais e preparação para o dia seguinte e só então todos foram encaminhados aos seus quartos para o merecido descanso.

Até amanhã,

Professor Ricardo Silva.

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